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Saudades da minha Maya

Eu tinha uma cadela, da qual já aqui falei, a Maya. Uma cadela de raça pequena, que achei na rua, ainda cachorrinha de meses e tão maltratada que dava dó. Levámo-la para casa, amámo-la, "ralhámos" com ela para que aprendesse a não fazer as suas necessidades em todo o lado e ensinámos-lhe onde deveria fazê-las. Gastámos dinheiro com ela.

A Maya cresceu, ficou ligeiramente maior, mais pesada e não tão "maluca". Brincava com o meu filho como se fossem os melhores amigos do mundo. Adorava sentar-se na cadeirinha dele, no carro, quando ele não estava. Não o deixava afastar-se de nós, se isso acontecesse, ela corria até ele, colocava-se á sua frente e obrigava-o a parar.

Nunca foi agressiva, só guardava o seu território. Era simpática e doce e, veja-se, adorava gatos! Até dormia com eles. Claro que, de vez em quando via-se um brilho no olhar e, logo de seguida, ela entretia-se a atorméntá-los, correndo atrás deles.

Eis que, numa terça-feira, a minha avó diz-me que a Maya está doente, porque era ela quem cuidava dela durante o dia. A Maya não tem a mesma energia, não come, abana o rabo muito devagarinho, espuma pela boca, vomita...

Já era tarde quando soube e, como ela comia este mundo e o outro e depois sentia-se mal, decidimos levá-la ao veterinário no dia seguinte. Infelizmente a Maya morreu na quarta-feira á tarde. De quê? perguntámos. A resposta foi chocante para nós, eu e o P, a Maya morreu envenenada.

Tenho saudades tuas...

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